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O Corsário e a Ciência

Textos de divulgação científica e reflexões sobre Ecologia da Saúde, à luz da teoria evolutiva ultradarwinista:

O Corsário e a Ciência

Textos de divulgação científica e reflexões sobre Ecologia da Saúde, à luz da teoria evolutiva ultradarwinista:

22.07.14

Café da manha com Nature – nos trópicos, sempre com atraso, mas sempre: Vol 510, 14 de junho.


Sérvio Pontes Ribeiro

 

Amor rejuvenesce – o Research highlights aponta que a oxitocina rejuvenesce os músculos de ratos quando lhes é aplicado. Conclusão, velhos rancorosos são velhos por serem rancorosos! Claro, a solução não foi sugerir mais amor, mas injetar mais oxitocina.

 

Na mesma seção, artigo na Science mostra que às vezes plantas mais aglomeradas compartilham mais rapidamente genes de resistência à herbívoros, ficando mais protegidas que plantas isoladas. Estudo em Plantago lanceolata... e pede autômatas celulares para o resto das espécies do planeta, com ou sem plasmidomas envolvidos!

 

News in Focus – Podem espécies de árvores insulares ainda serem as mesmas espécies continentais? Sim, nem sempre a evolução insular é mais forte que a dispersão. Dispersão é o grande mistério e o grande coringa da ecologia de populações, e é pessimamente estudada mundo afora. Em grande parte, taxonomistas darem a uma árvore na Costa Rica o mesmo nome que dão a outra no sul do Brasil, é porque provavelmente o são, e só podem ser se houver um taxa elevada de dispersão atuando sempre, mesmo que em cascada entre regiões mais ou menos conectadas.

 

News Fature fala do Clube da Ciência! Não o nosso – fabuloso a Nature trazer isto! A revista denuncia 12 americanos e um inglês, dando nomes e endereços institucionais, que são privilegiados com espaço de publicação na PNAS. Acusa abertamente editores de tratarem a revista como um “clube para membros acadêmicos”. Este é acido o suficiente para não precisar de meus comentários.

22.07.14

CAfé da Manhã com Nature


Sérvio Pontes Ribeiro

Café da manhã com Nature – nas manhãs que não durmo em casa comecei a fazer algo que fazia em Silwood Park: tomar o primeiro gole de café lendo as primeiras página da Nature, na cantina do Instituto. Não vejo como um cientista não faça isto. Que seja no tablet, ok, engulo, mas leia! Por fazer isto com a revista em papel que faço questão de assinar, não leio a notícia da semana sempre, mas sempre me surpreendo. Assim, começo uma seção sobre Café da manhã com Nature, para tentar estimular os alunos a este habito. Claro, sempre com meus comentários ácidos, senão não tinha graça. Aos da UFOP, fica o aviso: os números estão a disposição sobre minha mesa, só vir, e pegar para ler!